Monday, November 09, 2009
Friday, September 18, 2009
Caxias: entre o passado e o futuro
Quando se entra em Caxias, fica-se com a nítida sensação de que chegámos a uma qualquer localidade de província que nos acolhe calorosamente como se estivéssemos a voltar às memórias de infância, de quando a vida era mais simples.
Viver em Caxias é tranquilidade, é um estar afastado da confusão e ao mesmo tempo estar perto de tudo. É um permanente «toda a gente conhece toda a gente» e, intrinsecamente, um «toda a gente sabe tudo sobre toda a gente». Daí a fronteira entre estar num dos concelhos mais desenvolvidos do país e o parecer estar num bairro antigo, onde as pessoas ainda dizem «bom dia!» e param para ter dois dedos de conversa com o vizinho.
Os que são da terra valorizam-na e lamentam que muito do que antigamente se fazia já não se faça com o mesmo empenho. Pessoas que por vezes convivem mal com o avanço e com a modernidade. O mesmo acontece comigo. Andei numa escola que não era escola. A Escola EB 2,3 de Caxias foi instalada, provisoriamente, no Convento da Cartuxa de 1976 até 2002, durando esse carácter provisório 26 anos. Acompanhei os últimos anos, de 1995 até 2000. Era uma escola precária? Era. O tecto chegou a cair numa das salas. Mas, viajando no tempo, o que realmente ficou foi o companheirismo existente no seio da escola entre professores, alunos e funcionários, que não mais voltei a encontrar.
Hoje, quando olho para a nova Escola EB 2,3 de S. Bruno, em Caxias, vejo um edifício, sim, com muito boas infra-estruturas. Mas não, aquela não é a «minha» escola.
Viver em Caxias é tranquilidade, é um estar afastado da confusão e ao mesmo tempo estar perto de tudo. É um permanente «toda a gente conhece toda a gente» e, intrinsecamente, um «toda a gente sabe tudo sobre toda a gente». Daí a fronteira entre estar num dos concelhos mais desenvolvidos do país e o parecer estar num bairro antigo, onde as pessoas ainda dizem «bom dia!» e param para ter dois dedos de conversa com o vizinho.
Os que são da terra valorizam-na e lamentam que muito do que antigamente se fazia já não se faça com o mesmo empenho. Pessoas que por vezes convivem mal com o avanço e com a modernidade. O mesmo acontece comigo. Andei numa escola que não era escola. A Escola EB 2,3 de Caxias foi instalada, provisoriamente, no Convento da Cartuxa de 1976 até 2002, durando esse carácter provisório 26 anos. Acompanhei os últimos anos, de 1995 até 2000. Era uma escola precária? Era. O tecto chegou a cair numa das salas. Mas, viajando no tempo, o que realmente ficou foi o companheirismo existente no seio da escola entre professores, alunos e funcionários, que não mais voltei a encontrar.
Hoje, quando olho para a nova Escola EB 2,3 de S. Bruno, em Caxias, vejo um edifício, sim, com muito boas infra-estruturas. Mas não, aquela não é a «minha» escola.
Publicado no Jornal de Oeiras
Labels: Caxias, Escola EB 2 3 de Caxias, Escola EB 2 3 de S. Bruno, Jornal de Oeiras
Sunday, August 16, 2009
Thursday, July 09, 2009
Tuesday, June 16, 2009
Sunday, May 10, 2009
Alicia Keys Unplugged
«Unplugged» é o primeiro álbum ao vivo da cantora, compositora e pianista americana (o terceiro, ao todo), gravado para o programa MTV Unplugged em Nova Iorque. Vendeu 196 mil cópias nos Estados Unidos e mais de 245 mil cópias em todo mundo só na primeira semana.
Ao contário das primeiras sessões da MTV, «Unplugged» da cantora de R&B e Soul é pouco modesto: o coro, a secção de sopro e de cordas e o baixo eléctrico fazem desta gravação tudo menos «acústica».Os 16 músicos dão-lhe muito espaço para improvisar, em contraste com os seus controlados álbuns de estúdio. «Unplugged» diferencia-se de «Songs in a Minor» e de «The Diary» também pelo sentimento que Keys emprega nas canções, como na versão de «How Come You Don't Call Me».
Durante os improvisos rítmicos, Alicia Keys tem arrancadas vocais impressionantes onde se separa da melodia original e desliza pelos sons finos e aveludados da sua voz. Um verdadeiro talento enquanto cantora.
Labels: acústico, Alicia Keys, MTV Unplugged, Unplugged
Estórias Abensonhadas

Mia Couto reúne 26 contos num livro que nos remete para o imaginário onírico e místico de Moçambique, através do aproveitamento literário da fala popular moçambicana.
Labels: Estórias Abensonhadas, Literatura, Livros, Mia Couto, Moçambique
Tuesday, April 28, 2009
O desafio do meu amor
Foi no blog do Gonçalo que NÃO vi o meu nome para responder a um desafio composto por 4 partes.
São elas:
1. Colocar uma foto individual

2. Escolher um artista
Diana Krall
3. Responder às seguintes questões somente com títulos de canções do artista/banda escolhido:
- És homem ou mulher?
Little Girl Blue
- Descreve-te:
Baby Baby All the Time
- O que é que as pessoas pensam de ti?
's Wonderful
- Como descreves o teu último relacionamento?
How Insensitive
- Descreve o estado actual da tua relação:
I've Got You Under My Skin
- Onde querias estar agora?
Fly Me to The Moon
- O que pensas a respeito do amor?
All or Nothing at All
- Como é a tua vida?
Boulevard of Broken Dreams
- O que pedirias se pudesses ter um só desejo?
East of the Sun (and West of the Moon)
- Escreve uma frase sábia:
You Call It Madness, But I Call It Love
4. Escolher 4 pessoas para responder ao desafio sem esquecer de os avisar.
Não me apetece
São elas:
1. Colocar uma foto individual
2. Escolher um artista
Diana Krall
3. Responder às seguintes questões somente com títulos de canções do artista/banda escolhido:
- És homem ou mulher?
Little Girl Blue
- Descreve-te:
Baby Baby All the Time
- O que é que as pessoas pensam de ti?
's Wonderful
- Como descreves o teu último relacionamento?
How Insensitive
- Descreve o estado actual da tua relação:
I've Got You Under My Skin
- Onde querias estar agora?
Fly Me to The Moon
- O que pensas a respeito do amor?
All or Nothing at All
- Como é a tua vida?
Boulevard of Broken Dreams
- O que pedirias se pudesses ter um só desejo?
East of the Sun (and West of the Moon)
- Escreve uma frase sábia:
You Call It Madness, But I Call It Love
4. Escolher 4 pessoas para responder ao desafio sem esquecer de os avisar.
Não me apetece
Labels: desafios, Diana Krall




